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Casamarela

Blog experimental, dedicado a uma ala do Palácio Amarelo de Portalegre. Verdadeira «Casa de Bonecas», onde, seguindo a tradição, há sinais e emblemas de nobreza. Assim: Casa Amarela, Cas'Amarela, ou Casamarela

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...o que dizer dele (assunto) em Portalegre...?

Bem, a frase completa é assim:

"Se este assunto é sério em Lisboa, o que dizer dele em Portalegre, onde as condições climáticas são mais extremas, ou muito menos temperadas do que na capital"?

No Facebook já ficou esta reflexão:

Considero este assunto razoavelmente SÉRIO:
Para muitos o frio é pieguice que se cala com mais uma camisola. E os argumentos são: "Qual a novidade? Sempre houve frio, estamos habituados, somos um país pobre, temos um clima temperado...", etc., etc., etc.
Acontece que o frio não tem que ser sina, e quanto à pobreza a maior é fazer nada, sem a contrariar.
Se em tantas áreas agimos, criando ambientes diferentes e melhores, artificialmente; também em termos climáticos, semelhante à água e à iluminação que as casas normalmente (já) têm, é possível agir. Assim na área do aquecimento - e um pouco diferente do que se passa com o arrefecer no Verão - é altamente desejável que se faça um upgrade qualitativo, e colectivo, das condições de habitabilidade. Inclusivamente com o IVA a 6% (embora desconheça o valor que a lei prevê e até as condições dos empréstimos da Banca?), já que o aquecimento proporciona, sem dúvida - e como repetido há dias pela Sra. Dir-Geral da Saúde - não apenas condições de conforto, mas sobretudo condições de saúde.
Claro que como projectista, há muitos outros assuntos, São todos sérios - sobretudo quando temos edifícios antigos cuja imagética queremos preservar (e antes disso entendê-la) - embora as prioridades, possam variar...

Público-14.1.2019.jpg

E esta é uma das principais limitações que continua a condicionar-nos a habitabilidade da Casa Amarela de Portalegre.

Será que em 2019, com o apoio da Banca, ou o da Autarquia - principal responsável pela degradação que infligiu na Casa, desde a década de 70 (do séc. XX) até Março de 2011- será que vamos conseguir levar este edifício a um dos seus principais (e mais óbvios) desígnios. Já que foi construído para ser habitado e vivido, e não uma das mais bonitas ruínas da Cidade...

À porta do qual todos os visitantes param, lêem*, com os olhos dão voltas e mais voltas, e tristes ou desiludidos - já que o exprimem com comentários audíveis - seguem caminho.

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*Lêem uma placa explicativa (que existe para valorizar o edifício no percurso urbano), mas a realidade que lhes é dada ver contraria o texto que acabam de ler. Enfim um logro!

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